Ganhei uma caixinha pra guardar os meus segredos.
Mas não foi você quem deu.
Nem você quem a abriu...
terça-feira, 26 de julho de 2011
domingo, 24 de julho de 2011
Faz sentido não fazer sentido...
Era domingo e ela saiu de casa como todos os outros dias daquela semana. A diferença foi o horário. Os cabelos, recém-lavados, iam secando ao sabor do vento, que lhe açoitava o corpo, forte e indomável. Perdida em seus pensamentos, ela foi caminhando. A música que lhe saia pelos fones de ouvido era sua única companheira enquanto se movia pela rua deserta.
Não tardou a se entregar aos devaneios, tão comuns à sua personalidade. Mais uma vez ela se imaginou nos braços daquele rapaz a quem tanto ansiava pela companhia. Os sentimentos por ele foram crescendo com o tempo, apesar de ter sempre tido a consciência de que se aproximasse demais dele, isso certamente aconteceria.
Distraída, ela esbarra em alguém. E tudo que ela carregava se espalhou pelo chão. Automaticamente ela se abaixa para apanhar suas coisas e, ao olhar para o motivo daquela bagunça, se depara com o par de olhos mais profundos que já viu na vida.
E, de repente, o mundo fez sentido!
Não tardou a se entregar aos devaneios, tão comuns à sua personalidade. Mais uma vez ela se imaginou nos braços daquele rapaz a quem tanto ansiava pela companhia. Os sentimentos por ele foram crescendo com o tempo, apesar de ter sempre tido a consciência de que se aproximasse demais dele, isso certamente aconteceria.
Distraída, ela esbarra em alguém. E tudo que ela carregava se espalhou pelo chão. Automaticamente ela se abaixa para apanhar suas coisas e, ao olhar para o motivo daquela bagunça, se depara com o par de olhos mais profundos que já viu na vida.
E, de repente, o mundo fez sentido!
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Do que só uma mulher é capaz...
...De cruzar a cidade inteira em busca de um sapato, em cima da hora do compromisso, sem nem saber se o dito cujo vai servir direito.
...De abrir mão de um relacionamento seguro com quem se ama, e muitas vezes se anular, só pra não perdê-lo de vez.
...De se produzir toda, vestir a melhor roupa e usar o melhor humor possível, mesmo sabendo que quem você queria que notasse, não vai fazer comentário algum.
...De pensar tanto em quem se gosta a ponto da cabeça doer e da concentração ir toda embora.
...De arrumar desculpas e camuflagens para os piores defeitos do ser amado pra tentar justificar as gafes e negligências.
...De continuar um relacionamento que já não tem futuro, só por medo de fazer alguém sofrer.
...De deixar amigos de lado só pra esticar o tempo com quem ama, nem que seja só por mais 15 minutos.
...De lembrar de todas as datas importantes, semi-importantes e até de momentos sutis que nenhum homem se lembraria.
...De se sentir a dona do mundo só porque arrumou o cabelo, pintou as unhas, fez depilação ou passou um batom vermelho.
...De abrilhantar um ambiente apenas com um sorriso.
...De ser mãe, amiga, namorada, cúmplice, amante e muito mais, tudo ao mesmo tempo.
...De acompanhar a melhor amiga nas situações mais cômicas, trágicas, dramáticas e engraçadas possíveis.
...De se doar e amar além do limite e ainda achar que é pouco!
*Inspirado em confissões de amigas e em experiências próprias.
...De abrir mão de um relacionamento seguro com quem se ama, e muitas vezes se anular, só pra não perdê-lo de vez.
...De se produzir toda, vestir a melhor roupa e usar o melhor humor possível, mesmo sabendo que quem você queria que notasse, não vai fazer comentário algum.
...De pensar tanto em quem se gosta a ponto da cabeça doer e da concentração ir toda embora.
...De arrumar desculpas e camuflagens para os piores defeitos do ser amado pra tentar justificar as gafes e negligências.
...De continuar um relacionamento que já não tem futuro, só por medo de fazer alguém sofrer.
...De deixar amigos de lado só pra esticar o tempo com quem ama, nem que seja só por mais 15 minutos.
...De lembrar de todas as datas importantes, semi-importantes e até de momentos sutis que nenhum homem se lembraria.
...De se sentir a dona do mundo só porque arrumou o cabelo, pintou as unhas, fez depilação ou passou um batom vermelho.
...De abrilhantar um ambiente apenas com um sorriso.
...De ser mãe, amiga, namorada, cúmplice, amante e muito mais, tudo ao mesmo tempo.
...De acompanhar a melhor amiga nas situações mais cômicas, trágicas, dramáticas e engraçadas possíveis.
...De se doar e amar além do limite e ainda achar que é pouco!
*Inspirado em confissões de amigas e em experiências próprias.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Sonhos e desejos...
Ela não quis nem saber. Foi logo tascando-lhe um beijo sem nem pensar no que estava fazendo. Mesmo que tivesse pensado nisso mil vezes antes. O que se passou na cabeça daquele rapaz que lhe despertava tanto desejo, ela não poderia saber. Nunca havia sido beijada de surpresa antes e todos os beijos que dera ou recebera na vida foram premeditados ou esperados. Esse foi sempre o seu segredo. Ela sempre sabia o que queria das pessoas e o que as pessoas queriam dela. Simples assim. Mas dessa vez era diferente. Ela jamais poderia saber.
De repente lhe bate a insegurança e seu coração parece uma bateria de escola de samba em plena Sapucaí. As pernas não parecem mais estar no mesmo lugar. Se mover agora, impossível. Ela escuta o som da própria respiração ao sondar os olhos dele e ter de volta apenas uma reação silenciosa. Surpresa? Admiração? Confusão?
"Diz alguma coisa", pensa ela. E ele naquele silêncio velado.
Enquanto espera por alguma reação, ela se perde na lembrança da primeira vez em que o viu e volta a sentir a mesma sensação de infinito. E pensa no que escreveu então:
"Uns olhos de mistério, uma boca rosada, um sorriso que encanta. Um jeito de quem tem tanto segredo, que desperta vontades, que deixa sem fôlego. Uma voz macia que acaricia os ouvidos sem intenção. Braços e mãos que passam segurança". E lá vai o danado do coração brincar de percussão de novo! Também sem esperar ele lhe estende a mão e lhe devolve o beijo. Lhe acaricia os cabelos.
Mas então o despertador toca e ela abre os olhos. São 7 da manhã e ela precisa trabalhar. Enquanto a realidade vai se acercando, ela percebe os olhos marejados, mas levanta e tenta esquecer a lembrança do sonho mais doce que já teve na vida, desejando secretamente que tudo aquilo fosse verdade!
De repente lhe bate a insegurança e seu coração parece uma bateria de escola de samba em plena Sapucaí. As pernas não parecem mais estar no mesmo lugar. Se mover agora, impossível. Ela escuta o som da própria respiração ao sondar os olhos dele e ter de volta apenas uma reação silenciosa. Surpresa? Admiração? Confusão?
"Diz alguma coisa", pensa ela. E ele naquele silêncio velado.
Enquanto espera por alguma reação, ela se perde na lembrança da primeira vez em que o viu e volta a sentir a mesma sensação de infinito. E pensa no que escreveu então:
"Uns olhos de mistério, uma boca rosada, um sorriso que encanta. Um jeito de quem tem tanto segredo, que desperta vontades, que deixa sem fôlego. Uma voz macia que acaricia os ouvidos sem intenção. Braços e mãos que passam segurança". E lá vai o danado do coração brincar de percussão de novo! Também sem esperar ele lhe estende a mão e lhe devolve o beijo. Lhe acaricia os cabelos.
Mas então o despertador toca e ela abre os olhos. São 7 da manhã e ela precisa trabalhar. Enquanto a realidade vai se acercando, ela percebe os olhos marejados, mas levanta e tenta esquecer a lembrança do sonho mais doce que já teve na vida, desejando secretamente que tudo aquilo fosse verdade!
terça-feira, 30 de março de 2010
Mentiras
Não diga mais nada porque eu já não te conheço.
Não me traga carinhos e abraços porque eu já não me encanto.
Nunca mais me diga nada porque eu já não acredito.
Nunca mais se meta comigo porque eu não gosto de mentiras.
Hoje eu quero falar o que sinto. Por favor, saia daqui eu lhe peço. E me deixe refletir sobre mais esse erro.
Mas eu sei que quem tem que ir embora sou eu porque quando eu digo alguma coisa você não me leva a sério,
Quando eu digo estou pronta você é cheio de mistérios.
Nunca mais eu vou voltar pra dentro dos seus pensamentos porque eu já não acredito nas mentiras.
Não me traga carinhos e abraços porque eu já não me encanto.
Nunca mais me diga nada porque eu já não acredito.
Nunca mais se meta comigo porque eu não gosto de mentiras.
Hoje eu quero falar o que sinto. Por favor, saia daqui eu lhe peço. E me deixe refletir sobre mais esse erro.
Mas eu sei que quem tem que ir embora sou eu porque quando eu digo alguma coisa você não me leva a sério,
Quando eu digo estou pronta você é cheio de mistérios.
Nunca mais eu vou voltar pra dentro dos seus pensamentos porque eu já não acredito nas mentiras.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Mudança
Mais uma vez essa palavra me tira o sono.
Há 4 anos eu dei uma virada radical e mudei tudo. De cidade, de endereço, de faculdade, de rotina, de vida. Agora a mudança me ronda novamente.
Confesso que dessa vez a vontade de mudar já não é tão urgente, tão desejada, como da primeira vez, pelo menos a de voltar pra tão longe. Minha vontade é criar raízes por aqui. Em Goiânia ou Brasília. Qualquer uma serve.
Pra me deixar ainda mais inquieta, ando acordando com o coração apertado, com o semblante mais caído e com a cabeça cheia de questões mal resolvidas que eu tento controlar.
Meu coração palpita desenfreadamente com tanta expectativa, tanta esperança, tanta vontade de ver as coisas acontecerem. Uma vez ao menos eu queria que a minha vida não fosse tão complicada, tão cheia de reviravoltas e de lágrimas sem fim.
Estou cansada dessas lutas intermináveis.
Eu queria dias de placidez, de um amor tranqüilo, de trabalho certo, de volta pra casa com gosto de vida bem vivida. Eu queria ter prazer ao abrir os olhos pela manhã e me preparar para o que viesse. Mas os dias passam e a ansiedade me consome.
Meu sofá já não me cabe. As paredes da minha casa já não me suportam. O meu espírito busca o mundo, mas não tem lugar certo aonde ir. A minha alma quer desafios e afagos. O meu corpo quer ondas de vento e abraços. O meu cotidiano pede companhia, amizade dedicada, entrega.
Não quero saber de me esconder da chuva, nem de sentimentos bonitos. Eu quero o sol pra me perder e um rio de ternura pra me afogar. Sentir que tanto sacrifício não foi em vão e que seguir o coração pode ser algo realmente especial.
No meio desse furacão, a tua presença é abrigo, consolo, alívio até. Só de pensar em você as nuvens se dissipam por uns instantes. Mas aí a saudade vem me importunar.
E também me tira o sono!
“Olha o céu e pede que o amor à vida dê razão!”
De sombra e de sol – Flávio Venturini.
Há 4 anos eu dei uma virada radical e mudei tudo. De cidade, de endereço, de faculdade, de rotina, de vida. Agora a mudança me ronda novamente.
Confesso que dessa vez a vontade de mudar já não é tão urgente, tão desejada, como da primeira vez, pelo menos a de voltar pra tão longe. Minha vontade é criar raízes por aqui. Em Goiânia ou Brasília. Qualquer uma serve.
Pra me deixar ainda mais inquieta, ando acordando com o coração apertado, com o semblante mais caído e com a cabeça cheia de questões mal resolvidas que eu tento controlar.
Meu coração palpita desenfreadamente com tanta expectativa, tanta esperança, tanta vontade de ver as coisas acontecerem. Uma vez ao menos eu queria que a minha vida não fosse tão complicada, tão cheia de reviravoltas e de lágrimas sem fim.
Estou cansada dessas lutas intermináveis.
Eu queria dias de placidez, de um amor tranqüilo, de trabalho certo, de volta pra casa com gosto de vida bem vivida. Eu queria ter prazer ao abrir os olhos pela manhã e me preparar para o que viesse. Mas os dias passam e a ansiedade me consome.
Meu sofá já não me cabe. As paredes da minha casa já não me suportam. O meu espírito busca o mundo, mas não tem lugar certo aonde ir. A minha alma quer desafios e afagos. O meu corpo quer ondas de vento e abraços. O meu cotidiano pede companhia, amizade dedicada, entrega.
Não quero saber de me esconder da chuva, nem de sentimentos bonitos. Eu quero o sol pra me perder e um rio de ternura pra me afogar. Sentir que tanto sacrifício não foi em vão e que seguir o coração pode ser algo realmente especial.
No meio desse furacão, a tua presença é abrigo, consolo, alívio até. Só de pensar em você as nuvens se dissipam por uns instantes. Mas aí a saudade vem me importunar.
E também me tira o sono!
“Olha o céu e pede que o amor à vida dê razão!”
De sombra e de sol – Flávio Venturini.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Você
Uns olhos de mistério, uma boca rosada, um sorriso que encanta.
Um jeito de quem tem tanto segredo, que desperta vontades, que deixa sem fôlego.
Uma voz macia que acaricia os ouvidos sem intenção.
Braços e mãos que passam segurança.
Conhecer-te foi um delírio desse meu pensamento louco.
Segurar em tua mão, um deleite.
Compartilhar da tua companhia, mesmo em silêncio, um presente!
Um jeito de quem tem tanto segredo, que desperta vontades, que deixa sem fôlego.
Uma voz macia que acaricia os ouvidos sem intenção.
Braços e mãos que passam segurança.
Conhecer-te foi um delírio desse meu pensamento louco.
Segurar em tua mão, um deleite.
Compartilhar da tua companhia, mesmo em silêncio, um presente!
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Que trem difícil...
Usando meu lado "goiano": Que trem difícil essa história de crescer viu!
Faculdade, aluguel, emprego, namorado, grana, amigos...
Tanta expectativa ao redor de coisas que acabam não dando certo.
Você se doa, se dedica, se envolve de verdade, "veste a camisa", pra no final dar em quê?
Muitaaaa frustração e dor de cabeça. A saída é água em excesso pra tentar curar a ressaca moral que fica.
Sim, estou triste.
Não, eu não desisto.
Sim, vou me dar um tempo pra respirar.
E espero voltar com força renovada pra seguir em frente e resolver minha vida.
Enquanto isso, vou lendo e relendo meus livros prediletos, estudando pra tentar passar num concurso e ouvindo muita música pra ver se o tempo passa e aplaca a nostalgia e a desilusão.
Faculdade, aluguel, emprego, namorado, grana, amigos...
Tanta expectativa ao redor de coisas que acabam não dando certo.
Você se doa, se dedica, se envolve de verdade, "veste a camisa", pra no final dar em quê?
Muitaaaa frustração e dor de cabeça. A saída é água em excesso pra tentar curar a ressaca moral que fica.
Sim, estou triste.
Não, eu não desisto.
Sim, vou me dar um tempo pra respirar.
E espero voltar com força renovada pra seguir em frente e resolver minha vida.
Enquanto isso, vou lendo e relendo meus livros prediletos, estudando pra tentar passar num concurso e ouvindo muita música pra ver se o tempo passa e aplaca a nostalgia e a desilusão.
sábado, 12 de setembro de 2009
Deixa entrar o sol
Há dias em que tudo fica mais difícil, o coração aperta, as lembranças invadem.
Aí a boca fica seca à medida que os olhos se umidecem e o corpo treme.
Conter os espasmos do sofrimento se torna quase impossível e você pensa que não há mais nada, que a tempestade não vai passar e você não vai conseguir.
Mas de repente a nuvem escura se desanuvia e o céu começa a clarear.
Então você percebe que a escuridão agiganta os monstros e que a tempestade na verdade era uma chuva fininha, mas você estava desesperado demais pra perceber que era mais forte do que imaginava!
E segue em frente...
Aí a boca fica seca à medida que os olhos se umidecem e o corpo treme.
Conter os espasmos do sofrimento se torna quase impossível e você pensa que não há mais nada, que a tempestade não vai passar e você não vai conseguir.
Mas de repente a nuvem escura se desanuvia e o céu começa a clarear.
Então você percebe que a escuridão agiganta os monstros e que a tempestade na verdade era uma chuva fininha, mas você estava desesperado demais pra perceber que era mais forte do que imaginava!
E segue em frente...
domingo, 16 de agosto de 2009
Heart issues...

It's Sunday morning...
She wakes up and thinks about what she did yesterday: the nightclub, the dancing, a couple of friends. She can't lie, it was fun! But... there was something blowing in her mind all night long... a strange feeling that stalks her every time she's about to find out some new staff about herself.
Suddenly, the feeling turns into an image and she realizes what she'd been avoiding:
- "I guess... I'm... I'm falling in love".
At this time she goes to the mirror and slaps herself on the face trying to convince the girl reflected that all this situation is such a madness. That was not supposed to be happening. Not with her at least.
She thinks again in all the hard work she's been doing to take care of herself and get away from the heart issues. She had been hurt before and the wounds are deeper than she thought.
Despite this, the image keep going on into her head. She sees a smile and her heart burns... His eyes come to light. She criticizes:
- "Guys are so hard to trust".
But it's worthless. Those eyes already made her a hostage, she's hypnotized. And all her defenses are no more. The desire grows, she can' t help it.
What could she do???
It's night again... she can't sleep. The ghost keeps on her mind. After hours, she finally falls asleep, tired of thinking, but she's not free from her hangman. She dreams and those eyes are all she can see.. until the morning comes!
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
8 ou 80???
Tô meio louca com a vida agora!
Parece que os dias de bonança resolveram passar e dar lugar a uma tempestade infinita.
Uma explosão de sentimentos confusos e situações inusitadas me pegaram de surpresa. No fim das contas tô me sentindo meio cética...
Fico querendo me apaixonar, viver aqueles amores românticíssimos das novelas, parecendo adolescente que acredita em príncipe encantado.
Depois desejo que não, pois já conheço a sensação de ficar boba como uma criança que ganhou o que mais queria de presente no Natal... e eu ainda nem consegui descobrir se isso é bom ou ruim...
Aí me questiono a todo instante, peço a Deus pra acordar e de repente ter uma bola de cristal e poder ver o meu futuro, tentar relaxar se a perspectiva for boa... ou enlouquecer de vez com a desgraça iminente...
Eu gosto do 8 ou do 80. Nada de meios termos na minha vida porque isso complica tudo.
E eu já sou complicada demais sem contribuições adicionais...
Alguém me entende???
Espero q sim...
Parece que os dias de bonança resolveram passar e dar lugar a uma tempestade infinita.
Uma explosão de sentimentos confusos e situações inusitadas me pegaram de surpresa. No fim das contas tô me sentindo meio cética...
Fico querendo me apaixonar, viver aqueles amores românticíssimos das novelas, parecendo adolescente que acredita em príncipe encantado.
Depois desejo que não, pois já conheço a sensação de ficar boba como uma criança que ganhou o que mais queria de presente no Natal... e eu ainda nem consegui descobrir se isso é bom ou ruim...
Aí me questiono a todo instante, peço a Deus pra acordar e de repente ter uma bola de cristal e poder ver o meu futuro, tentar relaxar se a perspectiva for boa... ou enlouquecer de vez com a desgraça iminente...
Eu gosto do 8 ou do 80. Nada de meios termos na minha vida porque isso complica tudo.
E eu já sou complicada demais sem contribuições adicionais...
Alguém me entende???
Espero q sim...
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Eu sou o meu tipo???
Você com certeza já ouviu de alguém a famosa frase: "Fulano não é meu tipo". Seu amigo, seu vizinho, a moça da padaria. Alguém já falou isso na sua frente, sem sombras de dúvida. Confesso que já usei essa frases tantas vezes que nem me lembro quantas. Muitas das vezes sem nem ao menos pensar, porque essa é a primeira desculpa que as mulheres utilizam quando não estão satisfeitas com alguma coisa mas na verdade não tem coragem de admitir ou não sabem nem o porque.As pessoas atraem aquilo que refletem e eu descobri que mais importante que descobrir se as pessoas são o nosso tipo é se perguntar vezes sem fim: "Eu sou o meu tipo???"
Se eu quero alguém que me compreenda, será que eu sou compreensiva?
Se o que me chama atenção é a inteligência, será que tenho sido inteligente nas diversas situações da minha vida?
Se quero alguém que seja forte, será que eu tenho sido firme e levado minhas decisões e opiniões em frente?
Se quero alguém que me faça sorrir, será que eu sei sorrir?
Não adianta querer que as pessoas sejam aquilo que você mesmo não consegue ser e muito menos se esconder atrás delas e esquecer que toda e qualquer mudança efetiva em nossas vidas vem de dentro de nós mesmos. Aprendi com a vida que as pessoas só fazem conosco o que nós permitimos que elas façam. São nossas próprias atitudes que definem que tipo de relacionamento teremos com aqueles que nos cercam.
Então, da próxima vez que sentir vontade de sair reclamando por aí, dizendo que fulano é isso, ciclano é aquilo, beltrano me magoou e não dá a mínima para o que eu penso, minha vida tá um desastre e eu não consigo dar a volta por cima, dê uma olhada em como tem se comportado e se pergunte: "Eu sou o meu tipo???"
Se você não souber a resposta para essa pergunta, tão pouco saberão os outros. É assim que se perde a rédea da própria vida.
quinta-feira, 14 de maio de 2009
A Selva e o Circo!!!
Ontem eu estive na Assembléia Legislativa de Goiás e não pude deixar de observar tudo ao meu redor. A primeira impressão que tive é que estava em uma selva, cercada de animais que se degladiavam e em seguida lambiam as feridas uns dos outros... Deputado após deputado subindo à tribuna e despejando críticas ao partido oposto e endeusando os governos de seu próprio partido.Mas depois de algum tempo esse comportamento, por algum motivo, não me impressionou mais. Então eu percebi um novo cenário: o Circo. Sim, o circo também estava ali de algu
ma forma. Enquanto uma mesa diretora tentava colocar em votação projetos de leis importantes, outros ficavam de conversinhas e risadas e nem sequer prestavam atenção ao que estava sendo discutido. Quando alguém finalmente fazia um voto em separado que realmente valia a pena ser feito, a hipocrisia simplesmente tirava o brilho desse ato. Aqueles mesmos deputados que estiveram se atacando minutos antes agora se derramavam em elogios uns aos outros.Depois de horas assistindo àquele espetáculo, finalmente cheguei a uma conclusão. Eu estivera durante toda a tarde em um cenário que combinava animais selvagens e palhaços de nariz vermelho!!!
terça-feira, 14 de abril de 2009
Enchente deixa centenas de desabrigados no interior do Pará

A cidade de Altamira, no estado do Pará, sofreu grave tragédia neste fim de semana. Segundo informações de moradores várias barragens romperam no domingo, 12, com o grande fluxo de chuva, inundando a cidade.
A força da água derrubou pontes, arrastou pessoas e veículos. Muita gente está desabrigada e perderam todos os pertences. A cidade está isolada, já que as vias de acesso estão interditadas devido às pontes que foram arrastadas pelas águas.
Cerca de 15 mil pessoas foram atingidas pela chuva e o município decretou estado de calamidade pública. A prefeita da cidade pede ajuda para conseguir alimentos, água potável, roupas, colchões e remédios.
Foto: Adalton da Silva Ramos
*Pessoal, a cidade em questão é a minha cidade natal. Quem puder se mobilizar p enviar ajuda, eu agradeço. Vou tentar conseguir um contato p saber p onde enviar doações. Obrigada,
Suh.
sábado, 7 de março de 2009
Hoje eu queria um amigo...

Hoje eu queria um amigo...
Que só por hoje fosse mais meu que de outros...
Que me fizesse companhia nesse dia tão nublado...
Que me levasse pra caminhar...
Que entendesse o meu silêncio ou a minha tristeza ao me ver chorar...
Que me abraçasse até a dor passar...
Que não se importasse com a hora...
Que tirasse o dia (ou a noite) pra me cuidar...
Porque eu sou fraca...
Sou carente...
Sou enjoada...
Sou dramática...
Sou louca...
Sou uma menina que ainda não aprendeu a viver sozinha...
Sou tagarela...
Sou ciumenta... só por isso...
Hoje eu queria um amigo...
Que me fizesse sorrir...
Que me mimasse...
Que me dissesse que sou importante...
Que me aceitasse e me quisesse como sou...
Que não tivesse medo de ser, simplesmente, meu amigo!
sábado, 10 de janeiro de 2009
Ciclos
É eu sei... faz tempo q não ando por aki...
Pra falar a verdade nem andei com vontade de escrever esses dias. Até hoje.
Tanta coisa acontecendo... toneladas de trabalho no estágio (tava trabalhando dobrado por um tempo), natal, ano novo (q foram muito bons graças à Mari e a família dela q me acolheram), a expectativa da mudança (é, até q enfim deu certo, vou me mudar) e todo o resto.
Os fins de semana sempre me deixam melancólica demais. E hoje, um dia maravilhoso de sol, estou mais melancólica que de costume. Fico lembrando de como eu costumava passar os fins de semana num passado não tão distante assim e a consciência do quanto eu mudei nesses três anos morando longe de casa me invade sem aviso.
Tudo é diferente agora. As amizades não são as mesmas, exceto por alguns poucos. Meu jeito de agir e reagir às coisas é infinitamente diferente. Minhas esperanças e desejos se transformaram ao longo do tempo.
Este é mais um ciclo na minha vida. Um ciclo q está preste a se encerrar. Mais um ano e eu estarei formada e isso não me deixa tranquila como deveria. Tanta coisa p decidir p depois q isso tudo acabar!
Um novo ciclo irá se iniciar e nesse é difícil pensar em como será esse novo terreno... em todas as possibilidades e oportunidades. Mas como sempre, vou levantar a cabeça e encarar o q vier com a mesma coragem de sempre, seguindo o exemplo, q tive a vida inteira, de minha mãe...
E se Deus quiser, vou vencer mais uma vez!!! Pelo menos tô preparada p batalha!!!
Suellem Mendes.
Pra falar a verdade nem andei com vontade de escrever esses dias. Até hoje.
Tanta coisa acontecendo... toneladas de trabalho no estágio (tava trabalhando dobrado por um tempo), natal, ano novo (q foram muito bons graças à Mari e a família dela q me acolheram), a expectativa da mudança (é, até q enfim deu certo, vou me mudar) e todo o resto.
Os fins de semana sempre me deixam melancólica demais. E hoje, um dia maravilhoso de sol, estou mais melancólica que de costume. Fico lembrando de como eu costumava passar os fins de semana num passado não tão distante assim e a consciência do quanto eu mudei nesses três anos morando longe de casa me invade sem aviso.
Tudo é diferente agora. As amizades não são as mesmas, exceto por alguns poucos. Meu jeito de agir e reagir às coisas é infinitamente diferente. Minhas esperanças e desejos se transformaram ao longo do tempo.
Este é mais um ciclo na minha vida. Um ciclo q está preste a se encerrar. Mais um ano e eu estarei formada e isso não me deixa tranquila como deveria. Tanta coisa p decidir p depois q isso tudo acabar!
Um novo ciclo irá se iniciar e nesse é difícil pensar em como será esse novo terreno... em todas as possibilidades e oportunidades. Mas como sempre, vou levantar a cabeça e encarar o q vier com a mesma coragem de sempre, seguindo o exemplo, q tive a vida inteira, de minha mãe...
E se Deus quiser, vou vencer mais uma vez!!! Pelo menos tô preparada p batalha!!!
Suellem Mendes.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
A árdua batalha da educação
Evasão escolar é resultado da falta de estrutura familiar, das dificuldades financeiras e do modelo de educação vigente
Suellem Mendes
A evasão escolar é um dos mais sérios problemas da educação brasileira e essa realidade não se restringe apenas à educação básica. Os ensinos fundamental e médio também sofrem com esse dilema e a cada dia fica mais difícil manter os alunos nas salas de aula. Segundo o diretor do Colégio Universitário (Colu), Pedro Soares de Oliveira, uma das grandes razões que contribuem para a desistência dos alunos é o fácil acesso às tecnologias que não estão inseridas no dia-a-dia das escolas. “É um fator que os distancia do mundo real e do mundo escolar. Na maioria das escolas temos em torno de 93% a 94% dos alunos com acesso à internet, em casa ou nas lan houses”, afirma.
Segundo Pedro, outro fator que contribui para a evasão é a forma como os professores conduzem o processo de aprendizagem. “Nós estamos num modelo de sala de aula do século passado, do tempo dos nossos pais, dos nossos avós. O mundo se transformou, tem outras tecnologias, mas a escola é a mesma, não se adaptou à modernidade, à velocidade das mudanças”, pondera Pedro, que trabalha na educação há quinze anos.
Diante desse contexto, a saída que muitas escolas encontram é tentar trazer para a experiência escolar atividades e materiais que despertem a curiosidade e estimulem a vontade de aprender dos alunos. Alguns professores utilizam jornais, revistas, músicas e até a culinária como forma de prender a atenção dos alunos e melhorar a qualidade das aulas.
Mas para a psicopedagoga Silvia Helena Santos Maia, regente do 5º ano na Escola Municipal Ayrton Senna, esse esforço é, muitas vezes, solitário. “Os profissionais da educação que realmente amam o que fazem sempre dão um jeitinho de ajudar seu aluno. Mas existe hoje a necessidade de aperfeiçoamento desse professor, para que ele consiga ministrar com êxito sua rotina de ensinar”, enfatiza.
Entretanto, esses são apenas alguns dos motivos que conduzem ao caminho do abandono escolar. Outras causas são ainda mais graves. Repetência, violência doméstica, condições financeiras, gravidez, doenças e a troca do estudo pelo trabalho para sustento da família fazem com que alguns alunos desistam da vida escolar, às vezes de forma definitiva. Para o diretor do Colu, a questão financeira é a mais influente das causas. “A prioridade é emprego, às vezes até promessa de outros tipos de empregos como jogar bola, ser modelo, ir para os Estados Unidos”, revela.
Há quem discorde. Para Silvia Helena, o mais importante é a estrutura dentro de casa. “Acredito piamente que falta estímulo da família, principalmente a autonomia dos pais em manter essas crianças na escola”. Ainda segundo a psicopedagoga, manter as crianças na escola é obrigação dos pais. “Em nenhum momento isso irá prejudicá-los. Muito pelo contrário, irá evitar inúmeros problemas”, valoriza.
Combate
Para evitar a evasão escolar, algumas medidas são tomadas pelas instituições de ensino. “As escolas fazem uma estatística todo bimestre, para acompanhar o índice. E até para adequar carga horária, merenda. Tudo é planejado em cima da quantidade de alunos freqüentes”, informa o diretor do Colu. O controle também é feito diariamente com a pauta dos professores, produções, provas e trabalhos. Nesse ponto os professores contribuem, ficando de olho e identificando mais rápidos aqueles alunos que estão com dificuldades.
A fim de combater essa situação, os governos criam projetos de incentivo à educação. Mas algumas dessas iniciativas, como o Bolsa Família do Governo Federal, nem sempre são vistos com bons olhos. “Esses programas ajudam uns e faz com que outros fiquem cada vez mais malandros e, normalmente, nenhum está preocupado com a qualidade de ensino. Conheço casos em que os pais relatam que os filhos só estão na escola, para não perderem esse benefício, aprender alguma coisa é lucro”, desabafa Silvia Helena.
Também há um cuidado com os estudantes que apresentam problemas como dislexia e déficit de atenção. “Hoje existem várias escolas ou redes que disponibilizam profissionais para trabalhar com essa criança e, quando não disponibiliza, o pai pode procurar esse profissional especializado para ajudá-lo. O que o afasta da escola é o descaso com seu problema”, alerta a psicopedagoga da Escola Municipal Ayrton Senna. Nesses casos, é necessário o acompanhamento de psicopedagogos, fonoaudiólogos, psicólogos e da equipe escolar.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
A morte é um recomeço...
A maioria das vezes nem nos damos conta do quanto a linha entre a vida e a morte é algo tênue, quase invisível...
E quando nos deparamos com ela (morte), queremos duvidar de sua força, de sua existência triste e avassaladora. Infelizmente ela sempre é mais forte que nossos protestos e nos restam apenas as lembranças dos momentos que nos farão companhia até a eternidade...
Porém, é também nestes momentos que percebemos o quanto somos resistentes, pois de uma forma ou de outra, encontramos força para continuar vivendo apesar de tudo.
É difícil explicar certas coisas, ainda mais porque algumas delas não tem mesmo explicação...
O que nos resta é a esperança de que aqueles que amamos e que se foram, estejam em lugares melhores do que estes que nos encontramos... e de acreditar que a morte não é um fim, e sim um recomeço...
Então, apesar de toda a dor, não desistam! Tenham fé! Sigam em frente e levem no coração tudo de bom que vocês viveram com aqueles que se foram... apeguem-se a Deus pois Ele é o melhor consolo que podemos ter!!!
Gui, Erik, Mari... estou com vocês!!! Na alegria e na tristeza... contem sempre comigo...
E quando nos deparamos com ela (morte), queremos duvidar de sua força, de sua existência triste e avassaladora. Infelizmente ela sempre é mais forte que nossos protestos e nos restam apenas as lembranças dos momentos que nos farão companhia até a eternidade...
Porém, é também nestes momentos que percebemos o quanto somos resistentes, pois de uma forma ou de outra, encontramos força para continuar vivendo apesar de tudo.
É difícil explicar certas coisas, ainda mais porque algumas delas não tem mesmo explicação...
O que nos resta é a esperança de que aqueles que amamos e que se foram, estejam em lugares melhores do que estes que nos encontramos... e de acreditar que a morte não é um fim, e sim um recomeço...
Então, apesar de toda a dor, não desistam! Tenham fé! Sigam em frente e levem no coração tudo de bom que vocês viveram com aqueles que se foram... apeguem-se a Deus pois Ele é o melhor consolo que podemos ter!!!
Gui, Erik, Mari... estou com vocês!!! Na alegria e na tristeza... contem sempre comigo...
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Reportagem premiada!!!
Olá galera, td bem???
Passando p avisar q a matéria sobre a capoeira postada logo abaixo foi premiada com o 2º lugar na categoria Webjornalismo do 3º Prêmio Católica de Jornalismo da Universidade Católica de Goiás.
\õ/
Bjinhuss a todos!!!
Passando p avisar q a matéria sobre a capoeira postada logo abaixo foi premiada com o 2º lugar na categoria Webjornalismo do 3º Prêmio Católica de Jornalismo da Universidade Católica de Goiás.
\õ/
Bjinhuss a todos!!!
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Capoeira divulga a cultura brasileira no exterior
Atividade é reconhecida pelo Iphan como Patrimônio Cultural Brasileiro Suellem Mendes
O caminho traçado pela Capoeira começa no século XVI, época em que o Brasil era colônia de Portugal e onde a mão-de-obra escrava africana predominava, principalmente nos engenhos. Mas os primeiros registros de sua prática datam do século XVIII nas cidades de Salvador, Rio de Janeiro e Recife.
Quase 300 anos depois, ela é reconhecida como Patrimônio Cultural Brasileiro, através de proposta realizada em reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em Salvador.
Para José de Moraes, professor universitário, formado em Pedagogia e conhecido na Capoeira como Mestrando Pai de Santo, essa medida veio com anos de atraso. “É uma questão de dignidade humana reconhecer os velhos mestres como fruto e como água que o regou para chegar a essa conquista”, desabafa.
Pai de Santo é praticante da Capoeira de Angola, estilo onde o ritmo musical é mais lento, os golpes são realizados mais próximos do solo e com muita mandinga, malícia na linguagem dos capoeiristas. Ele trabalha com educação e diz que a capoeira é algo inexplicável. “Ela está tão dentro de mim que eu não consigo criar uma problemática para fazer um trabalho acadêmico sobre ela”.
Para Francisco Gerson do Nascimento, jornalista e mestre de capoeira, já estava mais do que na hora desse reconhecimento acontecer. “É como um alento, um sossego pra nós, porque já estávamos preocupados que outro país viesse e tomasse a nossa capoeira como já tomaram a rapadura e vários outros produtos característicos nossos”, afirma. Segundo Mestre Gerson, isso acontece porque os brasileiros, muitas vezes, não valorizam a sua própria cultura.
Mas além de ser parte importante da cultura do país, a capoeira torna-se sua embaixatriz através da divulgação do universo brasileiro e da Língua Portuguesa. Em qualquer lugar do mundo, a música, parte essencial da capoeira, é cantada em seu idioma de origem, o português.
A Capoeira no Mundo
A Capoeira tem se tornado cada vez mais popular e conquistado espaço em vários países do mundo. Estados Unidos, México, Alemanha e Angola são apenas alguns dos amantes dessa luta, que se torna um exercício físico e mental por causa de suas características.
Recentemente, um evento foi realizado em Caucaia, Ceará, entre os dias 22 e 24 de agosto, pelo grupo Terreiro Capoeira e reuniu capoeiristas de quatro países: Brasil, Angola, Alemanha e Portugal. Ricardo Rodriguez Vasquez, o Urso Branco e Celso de Jesus Pontes, o Xango, respectivamente do México e de Angola, vieram ao Brasil só para participar do IV Simpósio Internacional de Capoeira.
Segundo Celso, já existem vários grupos na Angola, mas que o número de praticantes ainda é um pouco reduzido. Já Ricardo afirma que a capoeira está crescendo muito no México e que há grupos em muitas cidades de seu país.
Ivam Vaz da Silva, o Arrupiado, como é conhecido nas rodas, dá aulas e reside na Alemanha há quatro anos e afirma que a capoeira tem conquistado seu espaço por lá. “A capoeira na Alemanha é nova, mas já há vários mestres de renome em atividade”, diz.
Conheça um pouco mais sobre a capoeira!
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